A divergência remove a componente escalar
A antissimetria de F faz a divergência dupla desaparecer.
linkCálculo linha por linha5 movimentos explicados+
Mostrar, sem saltos algébricos, por que a equação de Proca massiva impõe divergência nula ao potencial em Minkowski.
Antes de começar
- Esta é uma extensão calculada do formalismo da dissertação e do artigo.
- Usamos \(ημν=diag(+1,−1,−1,−1)\), campo livre suave e \(m>0\).
- O bivetor \(Fμν=∂μAν−∂νAμ\) é antissimétrico e as derivadas parciais comutam.
Linha 1 Parta da equação de Proca
\[\partial_\mu F^{\mu\nu}+m^2A^\nu=0\]O que fizemos Fixamos a equação de campo no espaço-tempo plano e sem fonte externa.
Por que é válido É a especialização em Minkowski da equação mundo usada no artigo; \(m\) é mantido estritamente positivo.
Linha 2 Tome mais uma divergência
\[\partial_\nu\partial_\mu F^{\mu\nu}+m^2\partial_\nu A^\nu=0\]O que fizemos Aplicamos \(∂ν\) aos dois termos e retiramos \(m^{2}\) da derivada por ser constante.
Por que é válido A derivação é linear e o parâmetro de massa não depende da posição.
Linha 3 Troque os índices mudos
\[S:=\partial_\nu\partial_\mu F^{\mu\nu}=\partial_\mu\partial_\nu F^{\nu\mu}\]O que fizemos Renomeamos simultaneamente \(μ\) por \(ν\) e \(ν\) por \(μ\) na soma contraída.
Por que é válido Índices mudos são rótulos de soma; a troca não altera o valor da contração.
Linha 4 Use comutação e antissimetria
\[S=\partial_\mu\partial_\nu F^{\nu\mu}=-\partial_\mu\partial_\nu F^{\mu\nu}=-S\qquad\Longrightarrow\qquad S=0\]O que fizemos Substituímos \(Fνμ\) por menos \(Fμν\) e reordenamos as derivadas parciais.
Por que é válido A contração de um operador simétrico nos dois índices com um tensor antissimétrico é identicamente nula.
Linha 5 Divida pelo termo de massa
\[m^2\partial_\nu A^\nu=0,\qquad m>0\qquad\Longrightarrow\qquad\boxed{\partial_\nu A^\nu=0}\]O que fizemos Eliminamos S e dividimos a igualdade por \(m^{2}\).
Por que é válido A divisão é legítima somente no ramo massivo; em \(m\) igual a zero esta conclusão não decorre desta linha.