Laboratório 01extensão calculada

Geometria de teste

Minkowski

Campo livre massivo, ondas planas e três polarizações físicas.

Escopo controlado

Parâmetros curados, fórmulas pré-verificadas e nenhum solver geral. A camada espinorial especializa a equação covariante sem reivindicar resultados além das fontes.

Fonte primária: dissertação \(+\) artigo v7

Primeiro, refaça a conta

Da hipótese ao resultado, sem saltos

Abra cada etapa para acompanhar substituições, derivadas, sinais e verificações antes de explorar os controles e gráficos.

Teoria mundo · 01

A divergência remove a componente escalar

A antissimetria de F faz a divergência dupla desaparecer.

link
Partimos de
link\[\partial_\mu F^{\mu\nu}+m^2A^\nu=0\]
Queremos chegar a
link\[\partial_\nu A^\nu=0\]
Cálculo linha por linha5 movimentos explicados
Objetivo deste cálculo

Mostrar, sem saltos algébricos, por que a equação de Proca massiva impõe divergência nula ao potencial em Minkowski.

Antes de começar

  • Esta é uma extensão calculada do formalismo da dissertação e do artigo.
  • Usamos \(ημν=diag(+1,−1,−1,−1)\), campo livre suave e \(m>0\).
  • O bivetor \(Fμν=∂μAν−∂νAμ\) é antissimétrico e as derivadas parciais comutam.
  1. Linha 1

    Parta da equação de Proca

    \[\partial_\mu F^{\mu\nu}+m^2A^\nu=0\]
    O que fizemos

    Fixamos a equação de campo no espaço-tempo plano e sem fonte externa.

    Por que é válido

    É a especialização em Minkowski da equação mundo usada no artigo; \(m\) é mantido estritamente positivo.

  2. Linha 2

    Tome mais uma divergência

    \[\partial_\nu\partial_\mu F^{\mu\nu}+m^2\partial_\nu A^\nu=0\]
    O que fizemos

    Aplicamos \(∂ν\) aos dois termos e retiramos \(m^{2}\) da derivada por ser constante.

    Por que é válido

    A derivação é linear e o parâmetro de massa não depende da posição.

  3. Linha 3

    Troque os índices mudos

    \[S:=\partial_\nu\partial_\mu F^{\mu\nu}=\partial_\mu\partial_\nu F^{\nu\mu}\]
    O que fizemos

    Renomeamos simultaneamente \(μ\) por \(ν\) e \(ν\) por \(μ\) na soma contraída.

    Por que é válido

    Índices mudos são rótulos de soma; a troca não altera o valor da contração.

  4. Linha 4

    Use comutação e antissimetria

    \[S=\partial_\mu\partial_\nu F^{\nu\mu}=-\partial_\mu\partial_\nu F^{\mu\nu}=-S\qquad\Longrightarrow\qquad S=0\]
    O que fizemos

    Substituímos \(Fνμ\) por menos \(Fμν\) e reordenamos as derivadas parciais.

    Por que é válido

    A contração de um operador simétrico nos dois índices com um tensor antissimétrico é identicamente nula.

  5. Linha 5

    Divida pelo termo de massa

    \[m^2\partial_\nu A^\nu=0,\qquad m>0\qquad\Longrightarrow\qquad\boxed{\partial_\nu A^\nu=0}\]
    O que fizemos

    Eliminamos S e dividimos a igualdade por \(m^{2}\).

    Por que é válido

    A divisão é legítima somente no ramo massivo; em \(m\) igual a zero esta conclusão não decorre desta linha.

Teoria mundo · 02

Da equação de campo à equação de onda

Expandir F e usar a divergência nula desacopla cada componente.

link
Partimos de
link\[\partial_\mu(\partial^\mu A^\nu-\partial^\nu A^\mu)+m^2A^\nu=0\]
link\[\partial_\mu A^\mu=0\]
Queremos chegar a
link\[(\Box+m^2)A^\nu=0\]
Cálculo linha por linha6 movimentos explicados
Objetivo deste cálculo

Transformar a equação de primeira ordem em F numa equação de onda para A e localizar exatamente o termo removido pela divergência de Proca.

Antes de começar

  • Esta é uma extensão calculada no fundo plano.
  • Usamos \(F^{μν}=∂^μA^ν−∂^νA^μ\) e \(□=∂μ∂^μ\).
  • A condição \(∂μA^μ=0\) já foi demonstrada para \(m>0\) no passo anterior.
  1. Linha 1

    Substitua a definição de F

    \[\partial_\mu\!\left(\partial^\mu A^\nu-\partial^\nu A^\mu\right)+m^2A^\nu=0\]
    O que fizemos

    Trocamos \(F^{μν}\) por sua expressão em A.

    Por que é válido

    Essa é a definição do bivetor de campo no espaço-tempo plano.

  2. Linha 2

    Distribua a derivada externa

    \[\partial_\mu\partial^\mu A^\nu-\partial_\mu\partial^\nu A^\mu+m^2A^\nu=0\]
    O que fizemos

    Aplicamos a linearidade de \(∂μ\) e preservamos o sinal negativo do segundo termo.

    Por que é válido

    Nenhum produto de campos aparece em F; portanto não surgem termos extras de Leibniz.

  3. Linha 3

    Reconheça a caixa e comute derivadas

    \[\Box A^\nu-\partial^\nu\!\left(\partial_\mu A^\mu\right)+m^2A^\nu=0\]
    O que fizemos

    Usamos \(□=∂μ∂^μ\) e movemos \(∂^ν\) para fora da contração.

    Por que é válido

    Derivadas parciais comutam em coordenadas cartesianas de Minkowski.

  4. Linha 4

    Insira a restrição já obtida

    \[-\partial^\nu\!\left(\partial_\mu A^\mu\right)=-\partial^\nu(0)=0\]
    O que fizemos

    Substituímos \(∂μA^μ=0\) no único termo que mistura componentes.

    Por que é válido

    A condição foi deduzida, não imposta como gauge.

  5. Linha 5

    Agrupe o operador massivo

    \[\Box A^\nu+m^2A^\nu=0\qquad\Longleftrightarrow\qquad\boxed{(\Box+m^2)A^\nu=0}\]
    O que fizemos

    Fatoramos \(A^ν\) na soma dos operadores \(□\) e \(m^{2}\).

    Por que é válido

    A forma compacta é exatamente equivalente à linha anterior.

  6. Linha 6

    Feche a equação e conte os graus de liberdade

    \[(\Box+m^2)A^\nu=0,\qquad 4\ \text{componentes de }A^\mu-1\ \text{restrição}=3\ \text{polarizações físicas}\]
    O que fizemos

    Reproduzimos a equação de onda obtida e contamos as amplitudes independentes após aplicar \(∂·A=0\).

    Por que é válido

    A saída pública e a contagem descrevem o mesmo campo vetorial massivo de spin um.

Teoria mundo · 03

Onda plana e três polarizações

A onda plana converte a equação diferencial em relações algébricas verificáveis.

link
Partimos de
link\[A^\mu(x)=\varepsilon^\mu e^{-ik\cdot x}\]
Queremos chegar a
link\[\omega^2=p^2+m^2,\quad \varepsilon_x=(0,1,0,0),\quad \varepsilon_y=(0,0,1,0),\quad \varepsilon_L=m^{-1}(p,0,0,\omega)\]
Cálculo linha por linha8 movimentos explicados
Objetivo deste cálculo

Converter a equação de onda em relações algébricas e construir uma base explícita das três polarizações de Proca.

Antes de começar

  • Esta é uma extensão calculada para um modo de Fourier isolado.
  • Escolhemos \(k^μ=(ω,0,0,p)\), \(ω>0\), apenas para exibir uma base; nenhuma direção física é privilegiada.
  • Os produtos usam a assinatura \((+---)\), de modo que \(k^{2}=ω^{2}−p^{2}\).
  1. Linha 1

    Escolha o ansatz de onda plana

    \[A^\mu(x)=\varepsilon^\mu e^{-ik\cdot x}\]
    O que fizemos

    Separamos a dependência espacial e temporal numa exponencial complexa.

    Por que é válido

    A equação linear e translacionalmente invariante admite modos de momento definido.

  2. Linha 2

    Troque derivadas por momento

    \[\partial_\alpha A^\mu=-ik_\alpha A^\mu,\qquad \Box A^\mu=-k^2A^\mu\]
    O que fizemos

    Derivamos a exponencial e usamos que \(ε^μ\) é constante.

    Por que é válido

    É a ação direta das derivadas sobre e elevado a menos i \(k\) ponto \(x\).

  3. Linha 3

    Extraia a relação de dispersão

    \[(-k^2+m^2)\varepsilon^\mu e^{-ik\cdot x}=0\qquad\Longrightarrow\qquad k^2=m^2\]
    O que fizemos

    Substituímos o ansatz em \((□+m^{2})A^μ=0\) e retiramos a fase não nula.

    Por que é válido

    Uma polarização física não é identicamente zero.

  4. Linha 4

    Escolha o ramo de energia positiva

    \[\omega^2-p^2=m^2\qquad\Longrightarrow\qquad\boxed{\omega=\sqrt{p^2+m^2}}\]
    O que fizemos

    Inserimos \(k^μ=(ω,0,0,p)\) e selecionamos \(ω\) positivo.

    Por que é válido

    O laboratório acompanha o ramo de energia positiva.

  5. Linha 5

    Transforme a divergência em ortogonalidade

    \[\partial_\mu A^\mu=0\qquad\Longrightarrow\qquad -ik_\mu\varepsilon^\mu=0\qquad\Longrightarrow\qquad k\cdot\varepsilon=0\]
    O que fizemos

    Aplicamos uma derivada ao ansatz e cancelamos a fase.

    Por que é válido

    É a forma algébrica da restrição de Proca para um modo de Fourier.

  6. Linha 6

    Construa duas polarizações transversais

    \[\varepsilon_x^\mu=(0,1,0,0),\qquad \varepsilon_y^\mu=(0,0,1,0),\qquad k\cdot\varepsilon_x=k\cdot\varepsilon_y=0\]
    O que fizemos

    Escolhemos vetores unitários espaciais perpendiculares ao eixo do momento.

    Por que é válido

    Com \(k\) sem componentes \(x\) e y, as duas contrações se anulam imediatamente.

  7. Linha 7

    Construa a polarização longitudinal

    \[\varepsilon_L^\mu=\frac1m(p,0,0,\omega),\qquad k\cdot\varepsilon_L=\frac{\omega p-p\omega}{m}=0,qquad \varepsilon_L^2=\frac{p^2-\omega^2}{m^2}=-1\]
    O que fizemos

    Normalizamos o único vetor no plano t z ortogonal a \(k\).

    Por que é válido

    A relação \(ω^{2}−p^{2}=m^{2}\) fixa a norma como menos um.

  8. Linha 8

    Reúna a base e feche-a com o projetor

    \[\omega^2=p^2+m^2,\quad \varepsilon_x=(0,1,0,0),\quad \varepsilon_y=(0,0,1,0),\quad \varepsilon_L=m^{-1}(p,0,0,\omega),\qquad \sum_{\lambda=x,y,L}\varepsilon_{(\lambda)}^\mu\varepsilon_{(\lambda)}^\nu=-\eta^{\mu\nu}+\frac{k^\mu k^\nu}{m^2}\]
    O que fizemos

    Reunimos as relações já verificadas e somamos os três produtos externos dos vetores construídos.

    Por que é válido

    A base reproduz explicitamente a saída pública, e seu projetor anula \(k\), tem posto três e coincide componente a componente.

Espinores · 04

Reconstrução em matrizes \(2 × 2\)

O quadrivetor real torna-se uma matriz hermitiana de índices \(AA′\).

link
Partimos de
link\[A^\mu=(A^0,A^1,A^2,A^3)\]
Queremos chegar a
link\[A_{AA'}=\frac{1}{\sqrt2}\begin{pmatrix}A^0+A^3&A^1-iA^2\\A^1+iA^2&A^0-A^3\end{pmatrix}\]
Cálculo linha por linha6 movimentos explicados
Objetivo deste cálculo

Reconstruir o quadrivetor real como uma matriz hermitiana \(2×2\) e exibir também a transformação inversa.

Antes de começar

  • Esta é a camada espinorial da extensão calculada em Minkowski.
  • Fixamos \(σ_μ=(I,σ_1,σ_2,σ_3)/√2\) e, por elevação com \((+---)\), \(σ^μ=(I,−σ_1,−σ_2,−σ_3)/√2\).
  • A normalização \(1/√2\) é mantida tanto na ida quanto na reconstrução inversa.
  1. Linha 1

    Escreva as matrizes de Infeld–van der Waerden

    \[\sigma_0=\frac1{\sqrt2}\!\begin{pmatrix}1&0\\0&1\end{pmatrix},\quad \sigma_1=\frac1{\sqrt2}\!\begin{pmatrix}0&1\\1&0\end{pmatrix},\quad \sigma_2=\frac1{\sqrt2}\!\begin{pmatrix}0&-i\\i&0\end{pmatrix},\quad \sigma_3=\frac1{\sqrt2}\!\begin{pmatrix}1&0\\0&-1\end{pmatrix}\]
    O que fizemos

    Fixamos explicitamente o dicionário mundo espinor usado pelo laboratório.

    Por que é válido

    Declarar a base e a normalização evita ambiguidades de sinais e fatores na reconstrução.

  2. Linha 2

    Defina a imagem espinorial

    \[A_{AA'}:=A^\mu\sigma_{\mu AA'}=A^0\sigma_0+A^1\sigma_1+A^2\sigma_2+A^3\sigma_3\]
    O que fizemos

    Contraímos o índice mundo de A com o índice mundo de \(σ\).

    Por que é válido

    O objeto resultante possui um índice espinorial e um índice espinorial conjugado.

  3. Linha 3

    Some as contribuições diagonais

    \[A^0\sigma_0+A^3\sigma_3=\frac1{\sqrt2}\begin{pmatrix}A^0+A^3&0\\0&A^0-A^3\end{pmatrix}\]
    O que fizemos

    Multiplicamos \(σ\) zero e \(σ\) três por seus coeficientes e somamos entrada a entrada.

    Por que é válido

    Ambas as matrizes são diagonais na díade escolhida.

  4. Linha 4

    Some as contribuições fora da diagonal

    \[A^1\sigma_1+A^2\sigma_2=\frac1{\sqrt2}\begin{pmatrix}0&A^1-iA^2\\A^1+iA^2&0\end{pmatrix}\]
    O que fizemos

    Somamos as matrizes de Pauli um e dois ponderadas por A um e A dois.

    Por que é válido

    Para componentes reais, as duas entradas são complexas conjugadas.

  5. Linha 5

    Reúna a matriz hermitiana

    \[\boxed{A_{AA'}=\frac1{\sqrt2}\begin{pmatrix}A^0+A^3&A^1-iA^2\\A^1+iA^2&A^0-A^3\end{pmatrix}},\qquad A_{AA'}^\dagger=A_{AA'}\]
    O que fizemos

    Somamos as partes diagonal e fora da diagonal.

    Por que é válido

    Diagonal real e entradas conjugadas são precisamente a condição de hermiticidade.

  6. Linha 6

    Reproduza a matriz e exiba a reconstrução inversa

    \[A_{AA'}=\frac{1}{\sqrt2}\begin{pmatrix}A^0+A^3&A^1-iA^2\\A^1+iA^2&A^0-A^3\end{pmatrix},\qquad A^0=\frac{A_{00'}+A_{11'}}{\sqrt2},\quad A^3=\frac{A_{00'}-A_{11'}}{\sqrt2},\quad A^1=\frac{A_{01'}+A_{10'}}{\sqrt2},\quad A^2=\frac{A_{10'}-A_{01'}}{i\sqrt2}\]
    O que fizemos

    Reunimos a matriz hermitiana e resolvemos seu sistema linear para A zero, A um, A dois e A três.

    Por que é válido

    A escrita direta e sua inversa possuem quatro parâmetros reais e confirmam que a transformação é bijetiva.

Espinores · 05

Especialização plana da equação espinorial

Sem curvaturas de fundo, o operador covariante reduz-se ao operador plano.

link
Partimos de
link\[(\Box_{\rm spin}+m^2+R/3)\psi_{AB}-2\Psi_{ABCD}\psi^{CD}=0\]
Queremos chegar a
link\[(\Box+m^2)\psi_{AB}=0\]
Cálculo linha por linha6 movimentos explicados
Objetivo deste cálculo

Especializar a equação espinorial covariante ao fundo plano sem apagar as hipóteses geométricas e de fase usadas nessa redução.

Antes de começar

  • Esta é uma extensão calculada; o artigo fornece a equação covariante, e o laboratório apenas a especializa.
  • Usamos referencial cartesiano inercial, campo-teste livre e fase \(γ\) constante.
  • Não há curvatura gravitacional nem campo eletromagnético de fundo.
  1. Linha 1

    Parta da equação covariante

    \[\left(\Box_{\rm spin}+m^2+\frac{R}{3}\right)\psi_{AB}-2\Psi_{ABCD}\psi^{CD}=0\]
    O que fizemos

    Fixamos a configuração covariante de um espinor de valência (2,0): dois índices não primados e nenhum primado.

    Por que é válido

    É a estrutura final da equação de onda espinorial usada no artigo.

  2. Linha 2

    Anule a curvatura de Minkowski

    \[R_{\mu\nu\rho\sigma}=0\qquad\Longrightarrow\qquad R=0,\quad\Psi_{ABCD}=0\]
    O que fizemos

    Especializamos os invariantes de curvatura ao fundo plano.

    Por que é válido

    Em coordenadas cartesianas, a métrica de Minkowski é constante e sua conexão de Levi Civita se anula.

  3. Linha 3

    Fixe a camada de fase neutra

    \[\gamma=\text{constante},\qquad\beta_\mu=0,\qquad\phi_{AB}=0\]
    O que fizemos

    Aplicamos as hipóteses neutras declaradas para o laboratório.

    Por que é válido

    Essa é uma escolha do lift espinorial e do fundo, não uma consequência isolada de \(R\) igual a zero.

  4. Linha 4

    Reduza a caixa espinorial

    \[\nabla_{AA'}\longrightarrow\sigma^\mu{}_{AA'}\partial_\mu,\qquad \Box_{\rm spin}\longrightarrow\eta^{\mu\nu}\partial_\mu\partial_\nu=\Box\]
    O que fizemos

    Eliminamos os coeficientes de conexão nulos da derivada covariante.

    Por que é válido

    A díade cartesiana é constante e a geometria é plana.

  5. Linha 5

    Substitua todos os termos do fundo

    \[\left(\Box+m^2+0\right)\psi_{AB}-0=0\qquad\Longrightarrow\qquad\boxed{(\Box+m^2)\psi_{AB}=0}\]
    O que fizemos

    Inserimos \(R=0\), \(Ψ=0\) e \(□\) spin igual a \(□\).

    Por que é válido

    Cada termo eliminado foi ligado a uma hipótese explícita do laboratório.

  6. Linha 6

    Reproduza a equação e leia as componentes simétricas

    \[(\Box+m^2)\psi_{AB}=0,\qquad \psi_{AB}=\psi_{(AB)}\qquad\Longrightarrow\qquad\{\psi_{00},\psi_{01},\psi_{11}\}\]
    O que fizemos

    Reproduzimos a equação especializada e listamos as componentes independentes do espinor simétrico.

    Por que é válido

    Cada componente satisfaz a saída, mas a interpretação física ainda herda as condições de realidade do campo mundo.

frequência positiva\(ω =\)\(2.683282\)
invariante de massa\(k^{2} =\)\(1.44\)

esperado \(m^{2} = 1.44\)

graus de liberdade\(N =\)\(3\)

duas transversais \(+\) uma longitudinal

Representação didática · extensão calculadaPropagação e polarização em Minkowskilongitudinal

Parte real de \(A^\mu=\varepsilon^\mu e^{-ik\cdot x}\), com \(k^\mu=(\omega,0,0,|\mathbf{k}|)\) e \(k_\mu=(\omega,0,0,-|\mathbf{k}|)\). A varredura percorre a fase da onda; não é uma integração temporal.

massa
\(m=1.2\)
momento
\(|\mathbf{k}|=2.4\)
frequência
\(\omega=2.683\)
fase inicial
\(\theta=0\pi\)

Quadro 1: deslocamento didático de fase Δϕ=0π. A curva contínua mostra ; a curva tracejada mostra A⁰, exigida pela transversalidade.

01/25Pausado.
Relação de dispersãoω(|k|)
Ver valores do gráfico
|k|ω(|k|)
01.2
11.562
22.3324
33.2311
44.1761
55.142
66.1188
resíduo da dispersão\(0\)abaixo de \(10^{-9}\) · caso verificado
transversalidade \(k·ε\)\(0\)abaixo de \(10^{-9}\) · caso verificado
projetor de completude\(0\)abaixo de \(10^{-9}\) · caso verificado

Reconstrução

Do vetor à matriz \(2\times2\).

A onda plana fecha simultaneamente a relação de dispersão, a condição transversal e o projetor das três polarizações.

01Ação, campo e restrição
entrada\[\mathcal L=-\frac14 f_{\mu\nu}f^{\mu\nu}+\frac12m^2A_\mu A^\mu\]
saída\[(\Box+m^2)A^\nu=0,\qquad \partial_\nu A^\nu=0\]

Regra variar \(A_\nu\) e aplicar a identidade de Bianchi. Hipótese campo livre, fronteira nula, assinatura \((+---)\).

02Onda plana e base de polarizações
\[A^\mu(x)=\epsilon^\mu e^{-ik\cdot x},\quad k^2=m^2,\quad k\cdot\epsilon=0\]
\(\epsilon_x=(0,1,0,0)\)\(\epsilon_y=(0,0,1,0)\)\(\epsilon_L=m^{-1}(|\mathbf k|,0,0,\omega)\)

Completude \(\sum_\lambda\epsilon^\mu_{(\lambda)}\epsilon^\nu_{(\lambda)}=-\eta^{\mu\nu}+k^\mu k^\nu/m^2\).

03Reconstrução espinorial
\(3.594\)\(0\)\(0\)\(0.2\)
\[k_{AA'}=k^\mu\sigma_{\mu AA'},\qquad f_{AA'BB'}=\gamma_{A'B'}\psi_{AB}+\gamma_{AB}\bar\psi_{A'B'}\]

Leitura um quadrivetor real vira uma matriz hermitiana; um tensor antissimétrico real vira um espinor simétrico complexo e seu conjugado.