Laboratório 03extensão calculada

Geometria de teste

Schwarzschild

Campo-teste no exterior, setores angulares e potencial ímpar.

Escopo controlado

Parâmetros curados, fórmulas pré-verificadas e nenhum solver geral. A camada espinorial especializa a equação covariante sem reivindicar resultados além das fontes.

Fonte primária: Rosa & Dolan

Primeiro, refaça a conta

Da hipótese ao resultado, sem saltos

Abra cada etapa para acompanhar substituições, derivadas, sinais e verificações antes de explorar os controles e gráficos.

Teoria mundo · 01

Fixar o exterior como fundo

O campo de Proca não retroage na geometria deste laboratório.

link
Partimos de
link\[ds^2=fdt^2-f^{-1}dr^2-r^2d\Omega^2,\qquad f=1-\frac{2M}{r}\]
Queremos chegar a
link\[\frac{r_*}{2M}=\frac{r}{2M}+\ln\!\left(\frac{r}{2M}-1\right)\]
Cálculo linha por linha6 movimentos explicados
Objetivo deste cálculo

Fixar o exterior de Schwarzschild como fundo de campo-teste e integrar, linha por linha, a coordenada tartaruga.

Antes de começar

  • Esta é uma extensão calculada: o campo de Proca não retroage na métrica.
  • Trabalhamos somente no exterior estrito \(r>2M\), com \(M>0\) e assinatura \((+---)\).
  • A constante aditiva de r* é convencional e será escolhida para obter a forma adimensional exibida no laboratório.
  1. Linha 1

    Escreva a métrica exterior

    \[ds^2=f(r)dt^2-f(r)^{-1}dr^2-r^2d\Omega^2,\qquad f(r):=1-\frac{2M}{r}\]
    O que fizemos

    Fixamos a geometria antes de introduzir o campo-teste.

    Por que é válido

    \(M\) permanece constante porque a retroação Einstein–Proca está fora do laboratório.

  2. Linha 2

    Registre a condição de vácuo

    \[R_{\mu\nu}=0,\qquad R=0,\qquad r>2M\]
    O que fizemos

    Especializamos as equações geométricas à região exterior sem matéria.

    Por que é válido

    Schwarzschild é uma solução de vácuo, não um espaço-tempo plano.

  3. Linha 3

    Defina a coordenada tartaruga

    \[\frac{dr_*}{dr}:=\frac1{f(r)}=\frac{r}{r-2M}=1+\frac{2M}{r-2M}\]
    O que fizemos

    Dividimos \(r\) por \(r\) menos 2M para separar uma parte constante e uma parte logarítmica.

    Por que é válido

    A decomposição permite integrar os dois termos elementarmente.

  4. Linha 4

    Integre em \(r\)

    \[r_*=\int\!\left(1+\frac{2M}{r-2M}\right)dr=r+2M\ln|r-2M|+C\]
    O que fizemos

    Integramos um e um sobre \(r\) menos 2M termo a termo.

    Por que é válido

    No exterior, \(r\) menos 2M é positivo, mas o módulo mantém a primitiva formal.

  5. Linha 5

    Escolha a constante e torne a expressão adimensional

    \[\boxed{\frac{r_*}{2M}=\frac r{2M}+\ln\!\left(\frac r{2M}-1\right)}\]
    O que fizemos

    Absorvemos 2M dentro do logaritmo na constante C e dividimos por 2M.

    Por que é válido

    O argumento do logaritmo deve ser adimensional; constantes aditivas em \(r\) estrela não alteram a física.

  6. Linha 6

    Reproduza \(r\) estrela e leia os extremos

    \[\frac{r_*}{2M}=\frac{r}{2M}+\ln\!\left(\frac{r}{2M}-1\right),\qquad r\to2M^+:\ r_*\to-\infty,\qquad r\to\infty:\ r_*=r+2M\ln(r/2M)+O(1)\]
    O que fizemos

    Reunimos a forma adimensional integrada e tomamos seus dois limites exteriores.

    Por que é válido

    O logaritmo diverge negativamente quando o argumento tende a zero positivo e cresce lentamente para \(r\) grande.

Teoria mundo · 02

Setor ímpar desacoplado

A paridade ímpar deixa uma única amplitude radial para cada ℓ \(≥ 1\).

link
Partimos de
link\[A_\mu=\frac1r\sum_{\ell m}\sum_{i=1}^{4}c_i u_{(i)}^{\ell m}(t,r)\,Z_\mu^{(i)\ell m},\quad c_{1,2}=1,\ c_{3,4}=[\ell(\ell+1)]^{-1/2}\]
Queremos chegar a
link\[\left[-\partial_t^2+\partial_{r_*}^2-V_{\rm odd}(r)\right]u_4=0,\qquad V_{\rm odd}=f\!\left[\frac{\ell(\ell+1)}{r^2}+\mu_P^2\right]\]
Cálculo linha por linha7 movimentos explicados
Objetivo deste cálculo

Projetar o campo de Proca no setor de paridade ímpar e acompanhar a origem da equação radial e de seu potencial.

Antes de começar

  • Esta é uma extensão calculada baseada na decomposição mundo de Rosa e Dolan.
  • O fundo é Schwarzschild fixo, \(r>2M\), e a massa do campo é \(μP\) para não ser confundida com \(M\).
  • O setor ímpar existe somente para ℓ inteiro com \(ℓ≥1\).
  1. Linha 1

    Parta da equação mundo no exterior

    \[\nabla_\mu F^{\mu\nu}+\mu_P^2A^\nu=0,\qquad F_{\mu\nu}=2\nabla_{[\mu}A_{\nu]}\]
    O que fizemos

    Escrevemos a dinâmica do campo-teste na geometria já fixada.

    Por que é válido

    A derivada é covariante porque a conexão de Schwarzschild não se anula.

  2. Linha 2

    Expanda em harmônicos vetoriais

    \[A_\mu=\frac1r\sum_{\ell m}\sum_{i=1}^{4}c_i\,u_{(i)}^{\ell m}(t,r)Z_\mu^{(i)\ell m},\qquad c_{1,2}=1,\quad c_{3,4}=[\ell(\ell+1)]^{-1/2}\]
    O que fizemos

    Separamos as dependências radial-temporal e angular mantendo a normalização usada nas equações radiais da fonte.

    Por que é válido

    Os fatores \(1/r\) e c i fazem parte do ansatz de Rosa e Dolan; omiti-los redefiniria as amplitudes \(u\) i.

  3. Linha 3

    Selecione a paridade axial

    \[A_\mu^{\rm odd}=\frac{c_4}{r}u_{(4)}^{\ell m}(t,r)Z_\mu^{(4)\ell m},\qquad c_4=[\ell(\ell+1)]^{-1/2},\quad \ell\ge1\]
    O que fizemos

    Conservamos apenas o harmônico que muda com a paridade ímpar.

    Por que é válido

    Paridades diferentes são ortogonais e não se misturam num fundo esfericamente simétrico.

  4. Linha 4

    Projete a equação no harmônico axial

    \[\int d\Omega\,\overline{Z}^{(4)}_{\mu,\ell m}\,\eta^{\mu\nu}\left(\nabla_\alpha F^\alpha{}_{\nu}+\mu_P^2A_\nu\right)=0,\quad \eta^{\mu\nu}=\operatorname{diag}(1,f^2,r^{-2},r^{-2}\sin^{-2}\theta)\]
    O que fizemos

    Usamos a ortogonalidade angular dos harmônicos vetoriais.

    Por que é válido

    A projeção elimina todos os setores e números angulares diferentes.

  5. Linha 5

    Use \(r\) estrela para normalizar a parte radial

    \[\partial_{r_*}=f\partial_r,\qquad \left[-\partial_t^2+\partial_{r_*}^2-V_{\rm odd}(r)\right]u_4=0\]
    O que fizemos

    Substituímos derivadas em \(r\) por f vezes derivadas em \(r\) estrela e reunimos os termos sem derivada.

    Por que é válido

    A definição dr estrela sobre dr igual a um sobre f produz \(∂ r\) estrela igual a f \(∂ r\).

  6. Linha 6

    Identifique o potencial ímpar

    \[\boxed{V_{\rm odd}(r)=f(r)\!\left[\frac{\ell(\ell+1)}{r^2}+\mu_P^2\right]}\]
    O que fizemos

    Reunimos o autovalor angular e o termo de massa no coeficiente de \(u\) quatro.

    Por que é válido

    O Laplaciano angular fornece \(ℓ(ℓ+1)\), e a massa permanece como \(μ\) P ao quadrado.

  7. Linha 7

    Reúna a equação e teste horizonte e infinito

    \[\left[-\partial_t^2+\partial_{r_*}^2-V_{\rm odd}(r)\right]u_4=0,\qquad V_{\rm odd}=f\!\left[\frac{\ell(\ell+1)}{r^2}+\mu_P^2\right],\qquad r\to2M^+:\ V_{\rm odd}\to0,\quad r\to\infty:\ V_{\rm odd}\to\mu_P^2\]
    O que fizemos

    Reproduzimos a equação desacoplada e usamos f tendendo a zero no horizonte e a um no infinito.

    Por que é válido

    A barreira centrífuga desaparece como um sobre \(r\) ao quadrado, enquanto o termo de massa permanece no infinito.

Teoria mundo · 03

Monopolo e setor par acoplado

O monopolo tem uma equação efetiva própria; para ℓ \(≥ 1\), duas amplitudes pares permanecem acopladas.

link
Partimos de
link\[\{u_2,u_3\}_{\ell\ge1},\qquad u_{\ell=0}\]
Queremos chegar a
link\[V_{\ell=0}=f\!\left[\mu_P^2+\frac{2(r-3M)}{r^3}\right],\qquad \ell\ge1:\;u_2\leftrightarrow u_3\]
Cálculo linha por linha6 movimentos explicados
Objetivo deste cálculo

Separar corretamente o monopolo do setor par com \(ℓ≥1\) e deixar explícito por que o sistema par geral não é diagonalizado pelo site.

Antes de começar

  • Esta é uma extensão calculada da decomposição harmônica mundo.
  • O monopolo deve ser reduzido antes de usar fórmulas que pressupõem harmônicos vetoriais angulares.
  • Para \(ℓ≥1\), o laboratório mostra a estrutura acoplada, mas não fornece todas as soluções modais.
  1. Linha 1

    Separe o valor monopolar

    \[Y_{00}=\frac1{\sqrt{4\pi}},\qquad \nabla_aY_{00}=0\]
    O que fizemos

    Avaliamos as estruturas angulares em ℓ igual a zero antes da redução radial.

    Por que é válido

    Harmônicos vetoriais construídos de derivadas de Y ℓm desaparecem no monopolo.

  2. Linha 2

    Não prolongue o harmônico axial

    \[Z_a^{\rm odd,\ell=0}=0\qquad\Longrightarrow\qquad V_{\ell=0}\neq V_{\rm odd}\big|_{\ell=0}\]
    O que fizemos

    Retiramos uma base angular inexistente em vez de prolongá-la formalmente.

    Por que é válido

    Colocar ℓ igual a zero numa equação derivada para ℓ maior ou igual a um não preserva a projeção original.

  3. Linha 3

    Reduza a restrição monopolar

    \[u_{\ell=0}\equiv u_{(2)}^{00},\qquad\left[-\partial_t^2+\partial_{r_*}^2-V_{\ell=0}(r)\right]u_{\ell=0}=0\]
    O que fizemos

    Usamos a equação de restrição específica de ℓ igual a zero para deixar uma variável dinâmica.

    Por que é válido

    A redução monopolar possui conteúdo angular diferente do setor axial.

  4. Linha 4

    Identifique o potencial do monopolo

    \[\boxed{V_{\ell=0}(r)=f(r)\!\left[\mu_P^2+\frac{2(r-3M)}{r^3}\right]}\]
    O que fizemos

    Reunimos os termos da equação monopolar reduzida no coeficiente da amplitude.

    Por que é válido

    O termo geométrico não é uma barreira centrífuga obtida do potencial ímpar.

  5. Linha 5

    Volte ao setor par multipolar

    \[\ell\ge1:\qquad \mathbf u_{\rm even}:=\begin{pmatrix}u_2\\u_3\end{pmatrix},\qquad \left[\mathbf D(r,\partial_t,\partial_{r_*})+\mathbf C(r)\right]\mathbf u_{\rm even}=0\]
    O que fizemos

    Agrupamos as duas equações pares sobreviventes numa escrita matricial apenas estrutural.

    Por que é válido

    A fonte de referência mantém acoplamentos entre as duas amplitudes; o site não inventa uma diagonalização.

  6. Linha 6

    Reproduza e delimite a saída pública

    \[V_{\ell=0}=f\!\left[\mu_P^2+\frac{2(r-3M)}{r^3}\right],\qquad \ell\ge1:\;u_2\leftrightarrow u_3\]
    O que fizemos

    Reunimos o resultado monopolar e a estrutura multipolar sem forçá-los numa única redução.

    Por que é válido

    A fórmula reproduz exatamente a fronteira científica declarada pelo laboratório.

Espinores · 04

Tétrada principal de Kinnersley

A díade principal comprime a curvatura de Schwarzschild em um único escalar de Weyl.

link
Partimos de
link\[R_{\mu\nu}=0,\qquad R=0\]
Queremos chegar a
link\[\Psi_2=-\frac{M}{r^3},\qquad \Psi_0=\Psi_1=\Psi_3=\Psi_4=0\]
Cálculo linha por linha6 movimentos explicados
Objetivo deste cálculo

Construir a tétrada nula principal de Schwarzschild e mostrar por que toda a curvatura de Weyl se reduz a \(Ψ2\) na convenção adotada.

Antes de começar

  • Esta é a camada espinorial da extensão calculada no exterior \(r>2M\).
  • Usamos a especialização \(a=0\) da tétrada principal de Kinnersley, com \(l·n=1\) e \(m·m̄=−1\).
  • O sinal de \(Ψ2\) depende da orientação e das convenções; o site fixa \(Ψ2=−M/r^{3}\).
  1. Linha 1

    Parta da geometria de vácuo

    \[R_{\mu\nu}=0,\qquad R=0,\qquad C_{\mu\nu\rho\sigma}=R_{\mu\nu\rho\sigma}\]
    O que fizemos

    Aplicamos a decomposição de Riemann na condição de vácuo.

    Por que é válido

    Os termos construídos de Ricci e \(R\) desaparecem, mas Weyl permanece.

  2. Linha 2

    Escolha os vetores nulos principais

    \[l^\mu=\left(f^{-1},1,0,0\right),\quad n^\mu=\frac12\left(1,-f,0,0\right),\quad m^\mu=\frac1{\sqrt2r}\left(0,0,1,i\csc\theta\right)\]
    O que fizemos

    Alinhamos l e n às duas direções nulas principais radiais de Schwarzschild.

    Por que é válido

    Essa escolha é a forma de Kinnersley no limite sem rotação.

  3. Linha 3

    Confira a normalização da tétrada

    \[l^\mu l_\mu=n^\mu n_\mu=m^\mu m_\mu=0,\qquad l^\mu n_\mu=1,\qquad m^\mu\bar m_\mu=-1\]
    O que fizemos

    Contraímos os vetores com a métrica de Schwarzschild.

    Por que é válido

    As relações confirmam que a base nula reconstrói a assinatura mais menos menos menos.

  4. Linha 4

    Use o tipo de Petrov D

    \[\text{Schwarzschild é tipo D}\qquad\Longrightarrow\qquad \Psi_0=\Psi_1=\Psi_3=\Psi_4=0\ \text{na tétrada principal}\]
    O que fizemos

    Projetamos Weyl nas direções principais repetidas.

    Por que é válido

    O tipo D possui duas direções nulas principais duplas, alinhadas com l e n.

  5. Linha 5

    Avalie a componente sobrevivente

    \[\boxed{\Psi_2=-\frac{M}{r^3}},\qquad \boxed{\Psi_0=\Psi_1=\Psi_3=\Psi_4=0}\]
    O que fizemos

    Contraímos o tensor de Weyl com l, n, \(m\) e \(m\) barra na orientação fixada.

    Por que é válido

    A dependência \(M\) sobre \(r\) ao cubo é a escala de curvatura tidal de Schwarzschild.

  6. Linha 6

    Reproduza Weyl e passe às unidades do controle

    \[\Psi_2=-\frac{M}{r^3},\qquad \Psi_0=\Psi_1=\Psi_3=\Psi_4=0,\qquad x:=\frac r{2M}\qquad\Longrightarrow\qquad M^2\Psi_2=-\frac1{8x^3}\]
    O que fizemos

    Reproduzimos todas as componentes de Weyl, substituímos \(r=2Mx\) e multiplicamos \(Ψ2\) por \(M^{2}\).

    Por que é válido

    A fonte fixa a componente e seu sinal; a forma adimensional permite a comparação direta com o controle.

Espinores · 05

Especializar a equação na configuração mista

A forma mista mantém visível a ação de Weyl sem transformar escolhas de fase em identidades geométricas.

link
Partimos de
link\[(\Box_{\rm spin}+\mu_P^2)\psi_A{}^B+2\Psi_{AD}{}^{BC}\psi_C{}^D=0\]
Queremos chegar a
link\[P_{+1}=\psi_{00},\qquad P_0=\sqrt2\,\psi_{01},\qquad P_{-1}=\psi_{11}\]
Cálculo linha por linha7 movimentos explicados
Objetivo deste cálculo

Especializar a equação espinorial na configuração mista ao fundo tipo D e definir as três projeções principais sem alegar desacoplamento radial.

Antes de começar

  • Esta é uma extensão calculada covariante, não uma nova redução modal de Schwarzschild.
  • Usamos \(R=0\), ausência de campo eletromagnético de fundo e um lift espinorial fixado.
  • A massa \(m\) da equação covariante geral é identificada com \(μP\), a massa de Proca usada nos controles e potenciais deste laboratório.
  • A díade é a díade associada à tétrada principal do passo anterior.
  1. Linha 1

    Parta da equação na configuração mista

    \[\left(\Box_{\rm spin}+\mu_P^2\right)\psi_A{}^B+2\Psi_{AD}{}^{BC}\psi_C{}^D=0\]
    O que fizemos

    Fixamos a posição de índices um abaixo e um acima.

    Por que é válido

    Sinais e contrações de Weyl dependem da configuração dos índices; por isso ela é declarada antes da projeção. A valência permanece (2,0).

  2. Linha 2

    Nomeie o operador de Weyl

    \[\mathcal W[\psi]_A{}^B:=2\Psi_{AD}{}^{BC}\psi_C{}^D\]
    O que fizemos

    Isolamos a parte algébrica de curvatura como um operador linear.

    Por que é válido

    A definição abrevia a escrita sem alterar índices, sinal ou fator dois.

  3. Linha 3

    Insira o conteúdo tipo D

    \[\Psi_0=\Psi_1=\Psi_3=\Psi_4=0,\qquad\Psi_2=-\frac Mr^3\qquad\Longrightarrow\qquad\mathcal W[\psi]\propto\Psi_2\]
    O que fizemos

    Substituímos as cinco componentes de Weyl na base alinhada.

    Por que é válido

    As quatro componentes nulas não podem contribuir para a contração nessa díade.

  4. Linha 4

    Defina as três projeções da díade

    \[\boxed{P_{+1}:=\psi_{00}},\qquad\boxed{P_0:=\sqrt2\,\psi_{01}},\qquad\boxed{P_{-1}:=\psi_{11}}\]
    O que fizemos

    Listamos as componentes independentes do espinor simétrico na díade principal.

    Por que é válido

    Um espinor simétrico de ordem dois possui três componentes; a raiz de dois normaliza a componente mista.

  5. Linha 5

    Organize as projeções num vetor

    \[\mathbf P:=\begin{pmatrix}P_{+1}\\P_0\\P_{-1}\end{pmatrix},\qquad \left[\Box_{\rm spin}+\mu_P^2+\mathbf W(\Psi_2)\right]\mathbf P=0\ \text{em notação estrutural}\]
    O que fizemos

    Reunimos as três componentes para exibir onde a curvatura atua.

    Por que é válido

    A escrita é apenas estrutural e não atribui valores de autovalor ou separação radial não calculados.

  6. Linha 6

    Preserve as conexões do operador

    \[\Box_{\rm spin}\mathbf P\neq\begin{pmatrix}\Box P_{+1}\\\Box P_0\\\Box P_{-1}\end{pmatrix}\ \text{sem calcular a conexão e a separação radial}\]
    O que fizemos

    Mantemos a ação covariante de \(□\) spin em vez de postular três equações escalares.

    Por que é válido

    A díade principal varia no espaço e suas conexões podem misturar componentes derivativas.

  7. Linha 7

    Reproduza as projeções e declare a fronteira

    \[P_{+1}=\psi_{00},\qquad P_0=\sqrt2\,\psi_{01},\qquad P_{-1}=\psi_{11},\qquad \Psi_2\neq0\ \Longrightarrow\ \text{acoplamento de curvatura permanece};\qquad \text{não se afirma uma redução radial espinorial desacoplada}\]
    O que fizemos

    Reproduzimos as projeções e separamos a especialização covariante do problema adicional de separação radial.

    Por que é válido

    A redução radial citada pelo laboratório é a decomposição mundo, não uma nova derivação espinorial independente.

função métrica\(f =\)\(0.75\)
potencial ímpar\(M^{2}Vodd =\)\(0.190313\)
curvatura principal\(M^{2}Ψ_{2} =\)\(-0.001953\)
Representação didática · extensão calculadaRégua radial no exterior de Schwarzschild\(r>2M\)

Em uma fatia estática e para um pequeno incremento radial, \(\Delta\ell\simeq\Delta r/\sqrt{f}\). A varredura apenas compara réguas locais; não é órbita, trajetória nem evolução física e nunca atravessa o horizonte.

raio exterior
\(r/(2M)=4\)
função métrica
\(f=0.75\)
alongamento radial local
\(\Delta\ell/\Delta r=1.155\)

Quadro 1: as duas marcas percorrem a mesma fração de seus intervalos. Nesta posição exterior, um pequeno Δr corresponde localmente a 1.155Δr de distância radial própria na fatia t constante.

01/25Pausado.
Potenciais radiais curadosímpar ℓ=2monopolo ℓ=0
Ver valores do gráfico
r/2Mímpar ℓ=2monopolo ℓ=0
1.030.0458-0.0016
2.680.23120.1195
4.330.18460.1365
5.980.16820.142
7.630.16140.145
9.280.15830.1471

No ponto selecionado: setor ímpar \(0.190313\) · monopolo \(0.134648\) · \(r^*/2M\) \(5.098612\).

Decomposição angular

O setor ímpar fecha; o par continua acoplado.

O painel exibe potenciais curados e a estrutura dos setores. Ele não calcula frequências quase-normais, estados ligados ou uma separação radial espinorial nova.

01Fundo fixo e exterior
\[ds^2=f\,dt^2-f^{-1}dr^2-r^2d\Omega^2,\qquad f=1-\frac{2M}{r}\]

Hipóteses campo-teste, \(r>2M\), \(R_{\mu\nu}=0\) e \(R=0\).

02Setores em harmônicos vetoriais
setor ímpar\[\left[\partial_{r_*}^2+\omega^2-V_{\rm odd}(r)\right]u_4=0\]
potencial\[V_{\rm odd}=f\left[\frac{\ell(\ell+1)}{r^2}+\mu_P^2\right]\]

Setor par os modos \(u_2,u_3\) permanecem acoplados. O monopolo \(\ell=0\) forma um caso próprio.

03Tétrada principal e espinor de Weyl

Ricci\(R_{\mu\nu}=R=0\)

Kinnersleytétrada principal

Weyl\(\Psi_2=-M/r^3\)

\[\Psi_{ABCD}\psi^{CD}\;\longrightarrow\;(P_{+1},P_0,P_{-1})\]

Esta é uma especialização da equação covariante. Não constitui uma redução radial espinorial independente.